Agenciadoras marcam presença nas Oficinas do Circolando

Evento atrai crianças e jovens para as oficinas e apresentações no Pelourinho e em Pituaçu

 

O CIRCOLANDO é um projeto desenvolvido por estudantes da disciplina de Oficina de Produção Cultural, do Curso de Produção em Comunicação e Cultura da UFBA. O evento aconteceu nos dias 16 e 17 de agosto no Pelourinho, no Parque de Pituaçu e no Circo Picolino, e contou com a presença de integrantes da AECC.

No primeiro dia, foram oferecidas oficinas gratuitas de malabares, perna de pau, apresentações de teatro e, ao final do dia, uma festa de celebração do projeto. As oficinas de malabares e perna de pau ocorreram na Praça Terreiro de Jesus, que estava ornamentada para o projeto. O evento começou às 14 horas, e o público maior era de alunos da FACOM e pessoas que passavam pelo local. Muitas pessoas que se inscreveram pela internet não compareceram, porém o evento conseguiu obter êxito da mesma forma.

A produção teve o objetivo de unir diversas categorias socioeconômicas e culturais proporcionando lazer de forma livre e gratuita, contribuindo através de oficinas circenses para uma troca entre os artistas e o público, o que causa algo fora do comum na agenda local da cidade.

oi kabum 1

 

oi kabum 3

A oficina de palhaçaria, por sua vez, ocorreu no espaço fechado do OI KABUM e apresentou um público certo, pessoas que haviam se inscrito anteriormente. O professor, Demian Reis, ator e palhaço, logo no início, dividiu a sala em três grupos e debateu sobre o que o palhaço representa para cada um, a diferença entre o palhaço e o humorista e os limites que o palhaço deve ter. A dinâmica conseguiu entrosar a turma e deixá-la com mais afinidade para o decorrer da oficina que foi um sucesso.

oi kabum 2

Ao mesmo tempo estavam acontecendo outras oficinas de diversas vertentes da arte do circo como: malabares com bolas e claves, perna de pau, devil stick, dentre outras modalidades. A noite prosseguiu com apresentação dos espetáculos: “Procura-se Uma Farsa de Amor” e “As Aventuras de Furabolo e Fuscalina”.

O público interagiu com os artistas e grupos ali presentes, participando ativamente das oficinas e também dos espetáculos. Uma das participantes da oficina de palhaçaria, Maria Isabel, 26 anos, estudante de Direito, falou como ela vê o palhaço e o que a trouxe até o Circolando: “Minha visão sobre o palhaço é que não tem malícia nas brincadeiras, nunca será maldoso com alguém. O palhaço possui a magia e a liberdade de poder brincar sem ofender. Diferente do humorista que ri da pessoa, o palhaço rir com a pessoa”.

terreiro de Jesus

 

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Isabel ressaltou: “O que me impulsionou a vim participar da oficina foi estar em contato com o oposto do Direito, que é tudo muito certinho, cheio de regras e leis. E o palhaço representa exatamente isso, a leveza, a espontaneidade, que é algo que eu busco”.

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A festa de encerramento do primeiro dia foi, apesar da forte chuva, um sucesso e o espaço da Praça Pedro Arcanjo ficou lotado de alunos, curiosos e integrantes das oficinas que ocorreram durante o dia. Logo na entrada, havia a exposição de fotos “Circos e Palhaços” e na área central, ocorreu a festa, que foi embalada pelo DJ Berg, com muita interação com o público e com apresentações dos alunos que realizaram o evento. Logo depois, houve o show da Banda Cabeça de Nós Todos que celebrou a realização do projeto, que tem como objetivo diversificar a agenda local, difundir e formar público para uma programação circense.

 

 

Por: Natácia Guimarães e Déka Marinho

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