Iniciadas gravações do documentário de 100 anos do Terreiro do Bate Folha

 

A equipe de agenciadores da AECC/UFBA iniciaram nesta quarta-feira (14) as gravações do documentário do centenário do Terreiro do Bate-Folha, em Mata Escura. A primeira entrevistada foi a moradora mais antiga da casa: D. Olga. Ela conversou com a equipe sobre suas vivências no terreiro ao longo de sua trajetória de vida e a importância desse lugar em sua formação religiosa e pessoal.

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Foto: Elisama Correia

Atualmente com 91 anos de idade, ela conta que começou a frequentar o terreiro aos quatro, com a mãe e passou a morar definitivamente na casa com 26, dois anos após ter feito santo. Ela acredita que no começo tudo foi mais difícil, o fato de sua mãe não querer que ela fosse iniciada no candomblé, as dificuldades de acesso ao local e até o processo de construção do terreiro. “Era como podia ser, naquele tempo… tudo naquele tempo era mais difícil”, conta.

A entrevista completa será disponibilizada para a comunidade do Bate Folha, como forma de memória audiovisual do terreiro e trechos dela farão parte de um curta produzido em comemoração ao centenário da casa.

A conversa com dona Olga foi mediada pelo prof. Beto Severino e filmada por voluntários do LabVideo em parceria com a Agência Experimental.

 

Um comentário

  1. Tive a grande honra de conhecer a mãe olga, uma pessoa fora do comum.Fui iniciado no candomblé em Janeiro de 2016 no Inzo Unsaba Ionene pelo Tate’tu Kavunjesi filho de Mam’etu Mabeji então conheço minhas Raízes. Muito emocionante.

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